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Desenho de observação em aula "Garrafa"

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  Você observou o objeto tanto quanto observou seu desenho? Sim Você dividiu seu objeto em formas, desenhando as formas principais primeiro e depois as secundárias? Sim Você conseguiu registrar formas em cada uma dessas categorias: formas de reflexo, formas de sombra e formas de rótulo e letras? Sim Você tentou desenhar "às cegas" pelo menos três ou quatro vezes? Sim Você tentou "repetir"/"reformular"? Ainda não Em sua opinião, o desenho contém formas, contornos e tons precisos que se assemelham ao que você observou? Sim

Fichamento: Teoria do não-objeto

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  Fichamento: Teoria do não-objeto GULLAR, Ferreira. Teoria do não-objeto . 1977. Objetivo O texto de Ferreira Gullar propõe uma reflexão crítica sobre as tradições da pintura e da escultura, ao introduzir o conceito de “não-objeto” como uma nova forma de experiência artística, baseada na experimentação sensorial integrada ao espaço. Ideias principais O que é o não-objeto: O não-objeto busca romper com os limites entre representação fictícia e realidade, através da eliminação das molduras, bases e a delimitação do espaço pictórico. Inserindo-se diretamente no espaço real, a transformação espacial é a própria condição do nascimento do não-objeto. Não é uma representação, mas uma presentação. É uma obra livre de significação que não seja seu próprio aparecimento. Um quadro  nasce de fora para dentro, do significado usual, para uma nova significação. O não-objeto nasce de dentro pra fora: da não significação, para a significação.  Essa experiência não é passiva. A maioria do...

Abstração geométrica das edificações

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Abstração geométrica dos objetos em sala

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Fichamento: livro "Lições de arquitetura - Herman Hertzberger"

  PARTE A : Público, privado e apropriação do espaço 1. Público e privado Público e privado não são opostos absolutos : ambos envolvem uma relação entre coletividade e indivíduo. Individualismo : humanidade na relação consigo mesma. Coletividade : tende a enxergar o grupo antes do indivíduo - pode funcionar como uma forma de evitar o encontro consigo mesmo. 2. Demarcações territoriais Público e privado são relativos e graduais (ex: rua → pátio → sala de aula). A sensação de acesso pode ser contraditória Espaços públicos podem parecer privados. Criamos “territórios” dentro de espaços coletivos (ex: marcar lugar na mesa). Transparência (vidro) na porta: mais acessível./ Opacidade: cria distância. 3. Diferenciação territorial Projeto marca diferentes níveis de acesso (quem pode entrar, onde e como). A arquitetura organiza essas transições. 4. Zoneamento territorial (apropriação) Uso recorrente gera domínio informal do espaço . O espaço absorve a personalidade do usuário. Emoções inf...